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Diputada al Parlamento Latinoamericano. Abogado, experto en Dcho Penal, Criminología y DDHH. Vicepresidente Nacional Un Nuevo Tiempo. Miembro de la Mesa de Unidad.

jueves, septiembre 02, 2010

La Economía Venezolana en recesión. Reportes en Brasil y Estados Unidos

Chávez diz que economia da Venezuela é robusta

AE- AP  Agencia Estado
CARACAS - O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, afirmou neste domingo que a economia local é robusta e expressou otimismo de que o país está prestes a sair da recessão, apesar dos prognósticos de que a situação pode piorar.
Alguns críticos ironizaram a avaliação feita pelo presidente em torno da economia a expressaram dúvidas com relação à possibilidade de que uma recuperação estaria próxima. "Não se pode negar que há um colapso econômico aqui", disse Delsa Solórzano, política de oposição, em entrevista por telefone. "O presidente está brincando com a inteligência dos venezuelanos."
Solórzano atribuiu os problemas econômicos do país à falta de investimento privado, a expropriações que resultaram na redução da produção industrial e agrícola e a uma "péssima administração e gerência de nossas receitas do petróleo", que representam aproximadamente 32% do orçamento federal. "Não vejo nenhuma possibilidade de recuperação, porque não há planos para mudar as políticas econômicas", acrescentou.

Chavez: Venezuela's economy soon to recover

President Hugo Chavez expressed optimism Sunday that Venezuela is about to emerge from a recession, even describing its oil-dependent economy as robust.
"There's no denying that there's an economic collapse here," said Delsa Solorzano, an opposition politician. "The president is insulting the intelligence of Venezuelans."
Solorzano attributed the nation's economic problems to "a lack of private investment, state expropriations that have led to reduced industrial and agricultural production, and terrible administration and management of our oil earnings," which accounts for approximately 32 percent of the government's budget.
"I don't see any possibility of recovery because there are not plans to change the economic policies," Solorzano said.

Noticias Internacionales que reseñan seguimiento a las violaciones de Derechos Humanos en Venezuela

Venezuela: descoberta de alimentos importados podres esquenta clima eleitoral
CARACAS, Venezuela — A descoberta de milhares de toneladas de alimentos em decomposição, que foram importados pelo governo, deixou em polvorosa a Venezuela, onde a oposição exige uma "investigação séria" e a situação denuncia uma "campanha de manipulação" ante as próximas eleições.
Desde o começo de junho foram encontradas milhares de toneladas de alimentos - arroz, farinha de trigo, massa, entre outros - em estado de decomposição em armazéns estatais, portos e depósitos de todo o país, importadas pela empresa estatal DVAL sem nunca terem sido distribuídas.
Segundo opositores do governo de Hugo Chávez, são mais de 130.000 toneladas de alimentos decompostos, o que representaria perdas de 8 bilhões de dólares para o Estado.
"Jogar comida fora é um pecado, mas deixá-la apodrecer não tem perdão de Deus", comentou à AFP a dirigente Delsa Solórzano, que participa de uma equipe da oposição que investiga o caso à margem do Parlamento, onde a comissão formada não entregou resultados até agora.
O governo reconhece que apenas 30.000 toneladas de alimentos estão em "não-conformidade" nos depósitos da PDVAL, uma rede de compras e distribuição sob a administração da petroleira estatal PDVSA, mas que depois do escândalo foi transferida para o ministério da Alimentação.
"Eles multiplicaram isso por um milhão (...), mas se quiserem conseguir algo podre, eles mesmos são o que este país tem de mais podre", alfinetou recentemente o presidente venezuelano, Hugo Chávez, ao criticar a reação da oposição.
"O que pretendem é gerar nestes meses a maior quantidade de problemas, a guerra midiática, o terrorismo midiático, manipulando cifras e exagerando nossos erros", comentou Chávez.
O presidente da PDVSA e ministro do Petróleo, Rafael Ramírez, insistiu em que as denúncias são "uma manipulação política ante as eleições" legislativas de 26 de setembro, que serão cruciais para o governo, que quer manter pelo menos dois terços da maioria no Congresso unicameral.
Na Venezuela, cuja economia está em recessão com infação de 18% em julho, muitos produtos da cesta básica ficam escassos por temporadas.
O governo Chávez criou a PDVAL no começo de 2008 para importar e distribuir alimentos a preços subsidiados, justo em um momento em que a Venezuela enfrentava a escassez de alguns produtos.
"Já detectamos as falhas e os mecanismos de controle foram melhorados. Aumentou-se a distribuição de alimentos para ajudar a que a PDVAL possa ter uma rápida rotação de produtos armazenados", explicou o vice-presidente Elías Jaua.
A promotoria abriu uma investigação sobre o caso e já estão detidos o ex-presidente da rede, Luis Pulido, e outros dois de seus altos diretores.
Mas a oposição considera haver uma "rede de responsáveis" que transcende estes três envolvidos e aponta Ramírez por envolvimento em atos de corrupção relacionados com as importações da PDVAL.
O líder oposicionista Ramón Muchacho entregou à AFP cópia de um informe que, segundo ele, é de uma auditoria na PDVSA onde se estabelece que a petroleira "comprou e pagou" por 1,05 milhão de toneladas de alimentos entre outubro de 2007 e junho de 2008, do qual só foram recebidas 266.516 toneladas.
"O pior é que do que chegou só se distribuiu a metade. A outra metade ficou armazenada e apodreceu", disse Muchacho, exigindo uma "investigação séria" sobre o tema.
Alguns analistas preveem que este escândalo terá um efeito negativo sobre a popularidade de Chávez e os resultados eleitorais dos candidatos do situacionista partido Socialista Unido da Venezuela.
"Chávez só teve problemas este ano. O tema da escassez de alimentos, que culmina com a descoberta desta comida apodrecida, demonstra incapacidade, corrupção e isto o povo vê, comenta", disse à AFP o pesquisador Alfredo Keller.